sábado, 13 de março de 2010

Queda Livre


Eu gosto de imaginar que tudo isso um dia passa. Que tudo que é frio esquenta, se é quente esfria , se é fraco , fortalece e se é forte , para fraco muda.
Nada e ninguém é estável. Somos parte de um bem maior que nem fazemos idéia do que é. Fazemos parte de uma galáxia de idéias, sensibilidades, esquemas, acasos e coincidências (embora não acredite nessas).
Num ponto de vista, vejo um grande abismo e um ser humano (pode ser eu, você ou qualquer um) pulando de um avião imaginário rumo ao nada, sem para-quedas e com uma grande cama elástica , sinal de que tudo vai e volta, toda ação tem sua reação e etc. Não adianta analisar , peça por peça, identificar fraquezas, bolar todo um sistema na sua cabeça , se no final , o sentimento é quem manda, o que cala sempre fala mais alto ao coração. E o que se fez luz torna-se caminho pra mim. Não existo num mundo onde seus pensamentos reinam , não consigo identificar qualquer pista , nem detalhe.
Foste uma grande covardia no meu destino , nego-me a acreditar que um dia fui tão forte e caí nesse enorme precipício sem para-quedas. Amei em silêncio. Ouvi todos os seus suspiros, olhares , e gestos como se fossem as ultimas palavras antes de dormir, ou até antes de partir desta.
Não sei explicar bem , o que passa pela minha cabeça.

sons.
silêncio.
barulho.
indecisão.
instabilidade.
ponto final ...

domingo, 7 de março de 2010

(am)FRE(or)SNO

E fez-se em mim um verão intenso , ao ver os quatro amores da minha vida, na minha cidade, no palco ali tão perto. A uns 5 metros de mim. Tão lindos.
A energia daquele local , os gritos, os sons que emanavam daquelas caixas de som.
Era tudo de mais perfeito que eu gostaria de ver, pela terceira vez.

É mais do que eu possa escrever aqui.
É um amor indecifrável.

FRESNO, meu vício.