terça-feira, 10 de agosto de 2010

Uma mola encolhida

Sim, ouvindo Lulu Santos parei pra entender que todas as pessoas são parecidas. Somos todos ou todos ficamos como as tais molas encolhidas e ninguém traz seus verdadeiros ideais e suas verdadeiras vontades. Procuramos sempre uma forma de maquiar o que sentimos. Ou pra não se machucar, ou pra não machucar quem nos cerca.
Quando a gente se apaixona, isso piora. Só que de uma forma ou outra você acaba sendo recompensado por todas as vontades que possa ter deixado pra trás.
Me sinto plena só de pensar que a alguns muitos km de distância. a 2 ônibus e uns momentinhos de caminhada de distância, tenho um amor. Tenho alguém que pensa em mim, mesmo em seus momentos intermináveis de soccer jam.
Senti vontade de escrever tão dislexa e redundante por não possuir qualquer outra forma de desabafo.

Parafraseando Hebert Vianna

Sonho que você

Também se repita
E me sirva sem culpa
Teu doce sabor!
Que eu possa ser eu
Sem te ver aflita
Seja você que insista
Em ser meu amor... ♪